# Quais exames detectam resistência à insulina? URL: https://sanareclinic.com.br/perguntas/longevidade-resistencia-insulina-exames/ Tema: https://sanareclinic.com.br/longevidade/resistencia-a-insulina/ Na prática, usam-se glicose de jejum, hemoglobina glicada e, em alguns casos, insulina de jejum e teste de tolerância à glicose. Índices calculados, triglicerídeos, HDL, cintura e composição corporal ajudam a completar a avaliação. Não existe um único exame de rotina que meça diretamente a resistência à insulina. O método mais preciso, o clamp euglicêmico, é complexo e usado apenas em pesquisa. Na prática clínica, a avaliação combina vários dados. A glicose de jejum e a hemoglobina glicada mostram se a glicose já começou a subir. Pelos critérios do NIDDK, valores de glicose de jejum entre 100 e 125 mg/dL ou de hemoglobina glicada entre 5,7% e 6,4% indicam pré-diabetes. O teste oral de tolerância à glicose avalia como o corpo lida com uma carga de açúcar e pode revelar alterações que a glicose de jejum não mostra. A insulina de jejum, em conjunto com a glicose, permite calcular índices de resistência à insulina, úteis como estimativa, embora variem entre laboratórios. Triglicerídeos elevados e HDL baixo também sugerem resistência. A circunferência abdominal, a gordura visceral medida na composição corporal e a presença de gordura no fígado completam o quadro. O mais importante é a interpretação conjunta. Uma pessoa com glicose normal, mas cintura aumentada, triglicerídeos altos e gordura no fígado, provavelmente já tem resistência à insulina e se beneficia de intervenção. Na Sanare, em São Paulo, a Dra. Vânia Declair Cohen escolhe os exames a partir da sua história e interpreta os resultados com a bioimpedância, dentro da consulta de longevidade e do Programa Sanare de 12 semanas. --- Sanare Clinic — medicina de longevidade, integrativa, regenerativa e nutrologia em São Paulo. Endereço: Rua João Cachoeira, 1397, Itaim Bibi, São Paulo — SP, 04535-015. WhatsApp oficial: +55 11 96964-1144 (https://wa.me/5511969641144). Médica responsável: Dra. Vania Declair Cohen (CRM/SP 260848), mais de 8 mil pacientes atendidos; pesquisa publicada desde 1994 (Rev Bras Enferm 1994, doi:10.1590/S0034-71671994000100005; Ostomy Wound Manage 1997, PMID 9233238; 1999, PMID 10347511); criadora da fórmula do Dersani, à base de ácidos graxos essenciais; pós-graduação no Hadassah Medical Center (Jerusalém); palestrante na FUE Europe 2024. Método: Programas Sanare de 12 semanas — consulta inicial de cerca de 2 horas, visita semanal, bioimpedância mensal e relatório de evolução. O conteúdo é educativo e não substitui consulta médica.